Quero começar primeiro com uma frase:
"Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade." ( John F. Kennedy ). Quando Jesus praticamente estava cansado e esgotado no ministério, ele preciso se isolar e desaparecio furtivamente da multidão, sem demora, os discípulos foram a procura dele, e o encontraram imóvel, calado e totalmente entregado a oração. Embora esse momento, seja usado em diversos sermões e palestras, não podemos deixar de meditar e não perceber que apesar da real situação humana de Jesus naquele momento, não foi o motivo de desaparecimento que foi marcado pelos homens e mulheres que naquela hora procuravam por ele, se não o pedido notório de um deles: "Senhor, ensina-nos a orar". E é nas palavras mais marcantes da religião cristã que ele responde: "Quando vocês orarem, digam : PAI! Santificado seja teu nome . Venha teu reino..."(Lucas 11:2-4). Sendo o famoso Pai nosso, como exemplo de oração em todas as línguas e religiões cristãs ate hoje. Num dia comum, da minha profissão, um cliente, venho a me dizer, você sabe quando você vai conhecer o verdadeiro amor, quando você tenha seu filho. Eu posso citar milhares de exemplos que remetam a manifestação paterna de um Deus, como também posso citar versículos como Romanos 8:15 (muito massa, recomendo leiam!). Mas preciso enfatizar o significado deste magnífico exemplo de retribuição ao significado da palavra Pai, cientistas pesquisaram que crianças entre 14 e 18 meses (idade que você começa a falar no ocidente), falaram a primeira palavra independente do sexo da criança é sempre pá, pai, papai; e na mesma faixa etária no primeiro século na palestina no aramaico seria ab, aba. Uma palavra cujo significado seria a mesma coisa, o até meu querido pai. A oração revolucionária não foi mais nada que um convite para o relacionamento intimo e amoroso que ate hoje a própria religião nós mostra como uma utopia transcendental. Que logo no capítulo 22 do mesmo livro de Lucas, na famosa oração do Getsemani, foi confirmada a intimidade e a rendição de um homem nessa utopia: "Aba, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita minha vontade, mas a tua. " A relação recíproca de amor, e entrega foi a maior mostra de amor. Veinte anos antes, Jesus proferiu para seus pais em pânico :"...eu devia estar em casa do meu Pai". Provavelmente isso ecoou na cabeça de Maria na hora de ver seu filho na cruz. A Liturgia francesa da Pascóa: "L´amour de Dieu est folie! (o amor de Deus é uma loucura)", marca com alta voz, a imensa compressão deste infinito amor, o amor que só podemos reconhecer quando deixarmos de ver um Pai, que não nos leva a uma cruz, se não nós mostra a vitória do amor por meio de uma ressurreição. Um pai que nos mostra seu amor, não em palavras, nem costumes, etc. É um Pai, que nos chama a intimidade,a um lugar furtivo,para nos dizer ...eis-me aqui querido Filho..."Levanta-te, minha amada, minha formosa, vem a mim! Para ti o inverno já passou... Finalizo com uma frase de C.S. Lewis (escritor de crônicas de narnia): "O Filho de Deus tornou-se homem para possibilitar que os homens se tornem filhos de Deus." ps: Esta é minha oração, convido vocês fazerem: ABA, PERTENÇO A TI. meditação tirada de "o anseio furioso de Deus". |
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